Realmente queria.
Até tirei umas fotos do que tô produzindo do Projeto Dungeon.
Mas tá bronca.
Falow!
Abraços!
Fiquem com Deus!
Math - o Anão
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
sábado, 21 de maio de 2011
Viajando...
Nossa... fazem, literalmente, MESES que não posto nada... Muito corre-corre com a faculdade ("corre-corre" ainda se escreve assim ou mudou com essa palhaçada da nova ortografia?) e pouca paciência pra ficar escrevendo no blog.
Sobre o Projeto Dungeon eu acho que um dia retorno a escrever. Bom, basta dizer que FOI UM SUCESSO!! =D. Ao menos na parte da execução no acampamento foi muito, MUITO legal.
Já a parte da construção da maior parte das peças, não foi muito bem. Um dia eu escrevo em detalhes, sei lá. Sei que acabou sendo tudo com miniaturas e mapas de papel mesmo (Ah... bendito RPG Quest =D).
Resolvi escrever um pouco agora porque... sei lá... Acho que foi um vídeo que vi e falava de sonhos que deixou meio reflexivo. (Boto o link no final do texto).
Acabei lembrando de alguns jogos de RPG que tive com os meus brothers na época do colégio e acabei bancando o meloso no formspring do Marcelo Cassaro, compartilhando um pouco dessa sensação legal que foram essas aventuras. Já tinha vontade de fazer isso antes, pois mais de uma vez vira ele comentar sobre a dificuldade de narrar em cenários famosos de RPG e eu, felizmente, tive boas experiências nesse campo graças aos meus irmãos de armas nos tempos de RPG no colégio.
Cabou que deu vontade de postar alguma coisa aqui. "Relembrar é viver" eu já ouvi por aí, então pensei em começar uma série aqui no blog descrevendo o que eu me lembro das viagens que a gente jogava naquelas épocas de moleque e depois de adolescente nos famigerados intervalos de 20 minutos do colégio (e nas abençoadas aulas vagas!).
Seguindo o tema que pus lá pro Cassaro, lembro de uma campanha, infelizmente descontinuada, em que jogamos o O Senhor dos Anéis RPG.

Jogávamos eu com um anão (hehehe) arremessador de machados, Guima com um elfo arqueiro, João com um mago discípulo de Saruman, Valentim com um gatuno e Helton com um cavaleiro de Rohan, narração by Vitório.
Meu... foi demais. Jogamos algumas aventuras incríveis. Em uma de nossas primeiras missões tentamos privar o então já corrompido Saruman de parte de seu poder, tomando-lhe o Palantir (e conseguimos!), enfrentamos fantasmas e trolls, derrotamos um Nazghul, conduzimos pequenos exércitos...Mas pra mim - e aqui entra toda a beleza da coisa - um dos pontos mais altos foi nossa participação no Conselho de Elrond.
Perceba que é uma tarefa bem difícil narrar em um cenário consagrado. Histórias como o Senhor dos Anéis tem uma trama bem amarrada aos seus protagonistas e, quando o destino do mundo depende deles, fica difícil que qualquer outra missão - que seria cumprida pelos jogadores - tenha algum tipo de destaque ou importância perto da aventura principal do cenário. Eis uma das lições que aprendi lendo o que o Cassaro produz. Os jogadores devem ser o centro. E há também o mal de os jogadores terem a possibilidade de arruinarem a história principal do cenário com suas decisões: "Ei baixinho! Tu é muito fraco pra aguentar esse rojão do Anel aí! Passa essa porcaria pra cá e eu e meus chegados somos nível épico e damos conta!".
Dependendo do nível de esculhambação que o grupo queira gerar isso pode até ser bom, mas quem quer se divertir com certa reverência ao material canônico precisa ter mais cuidado.
(Quem curte muito algum personagem, por exemplo, sabe do que eu estou falando: há todo um frisson quando algo de que a gente curte muito surge no jogo e interage com a gente. Lembro de quando havia começado a jogar, lá pelos meus 10, 11 anos, e vi um grupo de vampiro ir à loucura quando o narrador descreveu a aparição de um cara que só poderia ser o John Constatine trocando informações com os personagens em um dos becos de Londres).
É difícil, mas não impossível! É aí que entram o talento e dedicação do narrador e também o bom senso e respeito dos jogadores. Éramos todos fãs do cenário - dos livros e filmes - e além disso Vitório se dedicara à leitura detalhada do livro de RPG. Que é uma obra prima, diga-se de passagem! Extremamente detalhado e que mergulha o leitor até a alma no clima da Terra-Média. Quanto a nós, foi feito um acordo já de cara de que ninguém iria mexer na história original do cenário - no caso, a Demanda do Anel - e que nossos papéis seriam épicos, mas seriam outros nessa Era.
Vitório descreveu então uma ameaça em direção oposta à de Sauron: surgia uma outra sombra no Oeste, tão ou talvez mais poderosa que o famigerado tirano de Mordor, e que caso não fosse impedida a tempo tornaria vãos os esforços da Sociedade. O mundo mergulharia em trevas ainda maiores. E aí aconteceu o Conselho. Como a Sociedade lidaria com a situação mais urgente, o Anel foi o primeiro assunto discutido, e os poderosos Gandalf e Aragorn foram com eles. Era porém necessário que um outro grupo, nos mesmos termos, fosse enviado ao Oeste, e foi aí nós entramos.
Pois é, eu estava lá! Se quiser tirar a prova, veja que no filme além de Gimli e seu pai, Glóin, há outro anão lá... um de cabelo e barba pretos... hehehe... pois é =D
Pois é, eu estava lá! Se quiser tirar a prova, veja que no filme além de Gimli e seu pai, Glóin, há outro anão lá... um de cabelo e barba pretos... hehehe... pois é =D
Pra quem não joga pode parecer bobeira... mas ter a chance de trocar palavras gentis com Arwen, maneiras de reparar a armadura com Gimli ou mesmo apenas imaginar, por alguns minutos, fazer parte de algo tão grandioso... nossa... foi incrível.
No mais, ao final do debate sobre o Anel, debatemos com lord Elrond e Gandalf, o Cinzento, os rumos de nossa demanda e firmamos nossa própria sociedade - também com representantes de quase todos os povos livres da Terra-Média. E seguimos em frente...
Essa é uma das minhas melhores e mais queridas lembranças passadas. Sobre falas de sonhos e cantos, coragem e honra, amizade e virtude, futuro, expectativas, e conversas ao redor de fogueiras imaginárias ao compartilhar o lanche no intervalo das aulas do colégio. E ainda um pouco mais além, na vida adulta, quando encontrar os amigos se torna, por si só, uma difícil aventura.
"In my thoughts and in my dreams
They're always in my mind
These songs of hobbits, dwarves and men
And elves, come close your eyes
You can see them too"
(Blind Guardian - "The Bard's Song")
Que nunca nos esqueçamos de sonhar!
E em outra oportunidade contarei como lutei na raça com Darth Vader e sobrevivi =D =D =D
(Segue aí o videozinho que falei antes. Vale a pena assistir =D)
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Projeto Dungeon #1: As Fontes de Inspiração
Hails!!
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| Hero Quest - by Sérgio Bilk |
E eu sou LOUCO por miniaturas e adoro jogos de tabuleiro!
O jogo original tem um visual bem típico da época e hoje em dia você só encontra por preços absurdos no Mercado Livre. Parece que ele foi relançado lá fora, na gringa, com o nome de Descent: Journey in the Dark. Não tenho certeza se é o mesmo jogo repaginado ou algo apenas baseado no original.
Enquanto ainda não tenho grana pra comprar esse jogaço, ficamos com as alternativas brazucas. =D Descobri um cara no Orkut - chamado Sérgio Bilk - que fez uma repaginação imprimível do jogo - e que ficou SENSACIONAL! Grande Sérgio, fica aqui o meu abraço e gratidão por esse trabalho incrível! O cara colocou o jogo de tabuleiro INTEIRO pra download nesse link aí ó: http://www.megaupload.com/?d=SJH0YUTV.
É da versão dele do Hero Quest a imagem de abertura desse post =D (só pra se ter uma idéia da qualidade do trabalho do cara... =D).
É da versão dele do Hero Quest a imagem de abertura desse post =D (só pra se ter uma idéia da qualidade do trabalho do cara... =D).
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| RPG Quest - by Editora Daemon |
Estou organizando os card pra imprimir. Como já tenho 3 fascículos do excelente RPG Quest, não vou imprimir tudo do Hero Quest; pretendo fazer um mix e criar uma experiência de jogo legal pra mim e meus amigos. E quem sabe até pra o meu projeto de RPG em escolas?
Essa é a Fase 1. A Fase 2 é ligeiramente diferente, hehehehe....
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| Kit Dungeon Crawler - by Kimeron Miniaturas |
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| Mago - by Felipe Telles |
Por hora é só.
Na próxima postagem compartilharei uma idéia bem simples que tive pra fazer jogos com miniaturas de papel funcionarem de melhor. =D
Bração!
Fiquem com Deus!
Té +!
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